Seis anos de sensoriamento remoto identificaram uma bifurcação entre norte e sul, territórios com baixa cobertura científica proporcional, e uma mudança sincronizada em 2021 sem explicação consolidada na literatura analisada.
Índice médio de condição ecológica por zona e por ano. Valores positivos indicam melhora relativa. O zero é o estado médio do período. A bifurcação de 2022 é o evento central da série.
Priorização por combinação de três critérios: intensidade de transformação observada, persistência temporal e lacuna de conhecimento científico disponível.
Onde há mais publicações, nem sempre há mais necessidade. Guarujá e Itanhaém são os maiores paradoxos: ecologicamente relevantes, cientificamente invisíveis.
Quatro dinâmicas do período 2018–2024 sem correspondência nos 364 artigos analisados. São perguntas abertas — não conclusões.
A metodologia foi aplicada em 9 territórios da costa paulista com resultados consistentes e verificáveis. A pergunta que fica: onde mais ela pode ser replicada?