GhostWorks Mining · deep tech de inteligência territorialpesquisa → representação → retrieval → mapa → investigação
Operação registrada · Pará–Maranhão · busca fora das âncorasRanking → coordenada → Earth → imagem histórica → próxima pergunta ↗
deep tech · satélite · dados públicos

Uma deep tech para tornar mudança territorial investigável.

GhostWorks converte pesquisa em representação geoespacial, referências reais em assinaturas operacionais e sinais territoriais em uma fila que pode ser aberta, inspecionada e continuada no mapa.

Não é dashboard nem catálogo de imagens. É uma camada própria de intelligence: representação por satélite → busca espacial → coordenada → verificação humana → próximo movimento.

01 — Superfície operacional

O ranking aparece no mapa. O mapa abre o território.

Os dez pontos desta camada vêm da rodada histórica SIGMINE v1. Clique em um marcador para ver posição, score, coordenada e abrir a mesma cena no Google Earth. A página não substitui a inspeção; ela leva a investigação até ela.

Fila SIGMINE v110 candidatos · corredor Pará–Maranhão
marcador → Earth → retorno de leitura

Base de origem: ranking histórico SIGMINE v1 com 2.888 pontos comparados. Os links abrem a coordenada em Google Earth ou Google Maps; nenhuma marcação, por si só, classifica uma atividade no local.

01 — Caso Pará

O cadastro é uma âncora. O território é maior.

O caso SIGMINE/Pará mostrou como usar exemplos minerários conhecidos para construir uma assinatura operacional e pesquisar, fora dessas âncoras, coordenadas com padrão territorial semelhante.

Mapa do output de busca operacional no Pará com os vinte candidatos de maior score destacados
277Âncoras minerárias
1.001Coordenadas de saída
20Candidatos priorizados
A pergunta que a entrega abre

“Quais pontos desta área merecem verificação porque já carregam uma assinatura territorial semelhante a uma operação minerária conhecida?”

02 — Prova de operação

A fila não termina no mapa. Ela termina num lugar que alguém precisa olhar.

O caso Pará não ficou em um CSV. Depois do ranking, coordenadas candidatas foram abertas em imagem histórica, em escala regional e local. Os prints preservam a parte mais importante do percurso: uma assinatura territorial vira uma pergunta verificável no mundo.

01 / REFERÊNCIA
277 âncoras.

Exemplos minerários organizados para formar uma assinatura operacional de comparação.

02 / BUSCA
1.001 coordenadas.

Uma fila espacial fora das âncoras conhecidas, com prioridade para os candidatos mais semelhantes.

03 / INSPEÇÃO
Uma coordenada real.

O candidato deixa de ser score quando alguém abre a imagem, examina o contexto e decide o próximo passo.

Print histórico de imagem de satélite da coordenada -6.199319, -46.4557 em escala regional
PRINT DE VALIDAÇÃO / -6.199319, -46.4557 / IMAGEM HISTÓRICA / ESCALA REGIONAL
Print histórico de imagem de satélite da coordenada -6.199319, -46.4557 em escala local
MESMA COORDENADA / ESCALA LOCAL / A FILA VIRA INSPEÇÃO TERRITORIAL
GhostWorks Benchmark v0
O teste não é parecer inteligente. É priorizar melhor.

A primeira rodada vai comparar a fila GhostWorks com pontos aleatórios e regras geográficas simples. A pergunta é operacional: se houver orçamento para olhar 20 lugares, quantos deles viram leads que merecem aprofundamento?

Protocolo em estruturação
04 — Capacidades

O satélite não entrega uma resposta pronta. GhostWorks constrói uma arquitetura de investigação.

A camada de representação é apenas o começo. O diferencial está em transformar sinais multimodais, referências de domínio e tempo em uma fila territorial que pode ser interrogada por uma pessoa, uma equipe ou uma operação.

01 / Probing

Sondar uma área.

NDVI, SAR, VIIRS, temperatura e outros sensores ajudam a interpretar o que um ponto territorial está expressando.

02 / Assinatura

Aprender um padrão.

Exemplos de mineração deixam uma referência operacional que pode ser representada e comparada em novos lugares.

03 / Retrieval

Priorizar parecidos.

O motor devolve uma fila espacial de candidatos. A tecnologia não reduz o território a um alerta: organiza a atenção antes do trabalho de verificação.

04 / Tempo

Entender trajetória.

Uma área pode estar estável, acelerando ou adquirindo um novo padrão. A série temporal separa esses ritmos.

NDVIcobertura vegetal
SARestrutura superficial
VIIRSatividade noturna
LSTtemperatura da superfície
Embeddingscontexto territorial
05 — Trajetórias

Antes de uma transformação se consolidar, ela já deixa um ritmo.

Carajás, Yanomami e MATOPIBA formam referências de regimes diferentes. A comparação temporal mostra quando grupos de pontos começaram a mudar e como essa mudança se distribui no território.

O próximo salto não é ver apenas o que existe. É reconhecer o que está começando.

Os outputs históricos já calculam trajetória, drift e onset por ponto. Isso permite localizar early movers e construir uma fila de investigação antes que a mudança apareça apenas como fato consumado.

Na prática, a leitura combina comparação com referências minerárias, variação temporal e validação visual — uma base para monitorar expansão, priorizar vistorias e formular perguntas de exploração territorial.

Trajetórias temporais e distribuição de onset em Carajás, Yanomami e MATOPIBA
Output histórico preservado: trajetórias e onset registrados por arquétipo territorial.
06 — Pesquisa e identidade

Pesquisa de base, arquitetura própria, operação no mundo.

GhostWorks é uma deep tech independente de inteligência territorial desenvolvida pela LuxVerso Research Initiative. Ela não é uma interface para imagens de satélite: constrói métodos, artefatos de pesquisa e sistemas de investigação sobre representações geoespaciais.

Camada científica

Foundation models de observação da Terra.

O motor explora a mudança de paradigma aberta por embeddings geoespaciais de satélite: a paisagem pode ser representada, comparada e interrogada além de classes pré-definidas.

Ler AlphaEarth Foundations ↗
Paper aceito · IJCAI-ECAI 2026

Mudança territorial nacional, sem orçamento.

Territorial Change Detection Under Zero-Budget Constraints foi aceito no GlobalSouthAI, atividade da IJCAI-ECAI 2026. O paper apresenta um pipeline nacional para o Brasil, sem labels e executado com smartphone, Google Colab, Earth Engine e embeddings abertos.

Abrir paper aceito no OpenReview ↗
Pesquisa própria

Índice, validação, achado territorial.

O TTI compara embeddings anuais para tornar transformação territorial legível sem treinamento específico. No estudo, os candidatos de alta transformação foram confrontados com sensores independentes e a concordância registrada foi de 80,5%.

Ler método e decisões ↗
Quem constrói

Vinicius Buri Lux.

Pesquisador principal da LuxVerso Research Initiative. O GhostWorks nasce de uma prática que cruza pesquisa independente, geointeligência, construção de sistemas e investigação territorial aplicada.

Ver perfil de pesquisa ↗
Sistema próprio

Do embedding à decisão territorial.

GhostWorks opera a sequência que falta entre representação e uso: referência, assinatura, retrieval, ranking, visualização, inspeção e histórico de retorno ao território.

Abrir caderno de investigação ↗

Não vendemos uma imagem. Construímos uma inteligência que aprende aonde olhar.

O núcleo é transformar uma pergunta territorial em um sistema de comparação, priorização e investigação contínua — com rastros de pesquisa, coordenadas públicas, mapas operáveis e espaço explícito para a leitura humana continuar o trabalho.

Comece por uma área real

Traga uma referência, um território e uma pergunta.

O GhostWorks Mining pode começar com uma área conhecida, uma operação de referência ou um recorte de interesse. A entrega organiza o que observar, onde aprofundar e quais candidatos merecem validação.

Ponto de partida

Referência minerária → assinatura territorial → busca espacial → trajetória temporal → investigação.

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