Rota de inspeção ativa · rodada v1 · corredor Pará–Maranhãoranking → coordenada → Earth → imagem histórica → registro de leitura
Caderno de inspeção territorial

Uma fila de sinais precisa chegar a um lugar real.

Esta página abre a rodada histórica que originou os dois prints SIGMINE. Cada candidato tem coordenada, score de similaridade e uma rota direta para o Google Earth. O objetivo não é encerrar a interpretação na tela: é dar continuidade a ela no território.

01 — Proveniência

O ponto não veio de uma legenda. Veio de uma rodada preservada.

A fila abaixo foi recuperada do output do notebook GhostWorks Mineral Retrieval v1. A rodada comparou uma assinatura minerária com 2.888 pontos de grade e ordenou os 20 mais semelhantes. Os dois primeiros foram então abertos manualmente em imagem histórica. Essa separação importa: o ranking é uma saída do método; a leitura visual é uma etapa humana posterior.

v1Rodada que gerou os prints
2.888Pontos de grade comparados
20Fila de maior similaridade
02Pontos abertos em Earth

Correção de percurso: os prints pertencem à rodada v1 no corredor de fronteira Pará–Maranhão. O mapa exibido na página Mining vem de uma rodada operacional posterior, com 1.000 saídas no Pará. Eles são artefatos relacionados, mas não a mesma fila. Mantemos ambos porque mostram duas etapas distintas da capacidade.

02 — Fila histórica

Dez pontos para abrir. Nenhum rótulo inventado.

Os links não afirmam o que existe no local. Eles carregam a pergunta até a coordenada. “Earth” é a rota preferencial para a inspeção espacial; “Maps” funciona como caminho rápido de contexto e contingência.

PosiçãoSimilaridadeCoordenadaPorta territorial
01 / aberto0,833389−6.199319, −46.455701
02 / aberto0,827450−6.315561, −46.041488
030,822637−4.266324, −46.375212
040,821530−4.497640, −47.288260
050,818278−6.358141, −47.078324
060,817323−5.970248, −46.681178
070,816886−6.275047, −46.853026
080,815501−6.725552, −46.304964
090,810819−6.545529, −46.098262
100,808458−6.617754, −46.225463
O que este score diz

Prioridade de semelhança.

Ele ordena proximidade à assinatura aprendida naquela rodada. Não substitui imagem, contexto, registros públicos ou trabalho de campo.

O que o link permite

Continuidade de investigação.

Qualquer pessoa pode abrir o mesmo ponto, mudar a escala, escolher a data disponível e registrar uma nova pergunta, sem depender de uma leitura fechada na página.

03 — Pontos abertos

O score virou imagem. A imagem virou uma próxima pergunta.

Estes prints são registros históricos da inspeção dos dois primeiros candidatos. Eles tornam o percurso materialmente verificável: a lista preserva a posição; a coordenada abre o território; o print mostra que alguém efetivamente chegou até ele.

Imagem histórica do primeiro candidato da fila SIGMINE v1 em escala regional
POSIÇÃO 01 · ESCALA REGIONAL−6.199319, −46.455701 · imagem histórica preservada.
Abrir esta coordenada no Google Earth ↗
Imagem histórica do primeiro candidato da fila SIGMINE v1 em escala local
MESMA POSIÇÃO · ESCALA LOCALO mesmo ponto, em aproximação de leitura territorial.
Abrir esta coordenada no Google Maps ↗
Próximo movimento

A página não precisa encerrar a leitura.

Ela pode registrar cada retorno ao território: a data da inspeção, o que se tornou mais claro, o que permaneceu ambíguo e qual candidato merece a próxima verificação. É assim que uma coleção de outputs começa a operar como uma memória territorial viva.

Voltar ao percurso

Referência conhecida → assinatura → ranking → coordenada → Earth → leitura humana → próxima pergunta.